Começou a treinar e já apareceu alguém perguntando qual whey você vai comprar? Antes de escolher o pote, vale olhar para as refeições. Às vezes, o que falta é uma opção de jantar quando você chega cansado, não um suplemento novo.
Proteína também está na comida
Você provavelmente já come alimentos que fornecem proteína. Alguns exemplos são:
- Ovos, carnes, frango e peixe.
- Leite, iogurte e queijos.
- Feijão, lentilha, grão-de-bico e soja.
Esses alimentos não são equivalentes em quantidade de proteína e têm outras características diferentes. A lista é para lembrar que o suplemento não é a única possibilidade.
Olhe para a refeição que está ficando de lado
Seu almoço vai bem, mas à noite acaba só tomando café porque está sem vontade de cozinhar? Pode ser mais útil facilitar esse jantar primeiro.
- Guardar uma porção do almoço para a noite.
- Deixar frango desfiado para um sanduíche ou outra refeição.
- Ter ovos para preparar quando chegar.
- Congelar feijão ou lentilha em porções que você consiga usar.
Escolha o que combina com sua alimentação. Quem não consome alimentos de origem animal também pode organizar as fontes de proteína, mas o planejamento precisa considerar o conjunto das refeições.
Quando o whey pode ajudar?
Um suplemento pode ser uma ferramenta de praticidade quando faz sentido para a pessoa. Não é obrigatório para ganhar massa muscular e não substitui, sozinho, uma refeição completa. Treino, alimentação e descanso precisam ser considerados juntos.
Também não vale copiar a dose de um amigo. A necessidade depende da sua saúde e do que você já come. Alergias, restrições e condições como doença renal exigem atenção individual.
O que levar para a consulta
- Como são suas refeições num dia comum.
- Quais horários costumam ficar sem comida.
- Que alimentos você gosta e consegue preparar.
- Quais suplementos já usa, se usar algum.
Com isso, a gente consegue ver se o melhor ajuste está na comida, na organização do dia ou se um suplemento realmente pode ajudar. Não precisa começar pela compra do pote.