Acabou o treino e bateu aquela preocupação porque o shake ficou em casa? Calma. A alimentação depois do exercício importa, mas a recuperação não depende de um produto só. O que você come durante o dia e como descansa também fazem parte disso.
Se está na hora do jantar, jante
Você não precisa fazer um lanche especial e depois outra refeição só porque treinou. Quando os horários coincidem, a comida de casa pode resolver.
- Arroz, feijão, ovos e legumes.
- Macarrão com frango e vegetais.
- Batata com peixe e um acompanhamento de sua preferência.
São exemplos, não porções prontas para todo mundo. Eles mostram que dá para combinar alimentos que fornecem energia e proteína sem depender de um shake. A quantidade deve acompanhar sua fome, seu treino e suas necessidades.
A refeição ainda vai demorar?
Se você vai passar bastante tempo no caminho ou em outro compromisso, pode ser útil deixar um lanche separado.
- Sanduíche com um recheio que você goste.
- Iogurte com fruta.
- Pão com ovo, se houver como preparar ou conservar com segurança.
Recheios perecíveis e iogurte precisam ficar refrigerados. Se não tiver como conservar, escolha outra opção adequada ao trajeto.
Além da comida, confira o resto do dia
Para o próximo treino, faça este pequeno check-in:
- Água: deixei uma garrafa por perto e consegui beber?
- Comida: tenho uma refeição acessível quando voltar?
- Descanso: como está meu sono?
- Próximo treino: vou treinar de novo em pouco tempo?
Quem treina várias vezes no dia ou tem uma rotina de provas precisa de um planejamento mais específico. Para quem treina depois do trabalho, muitas vezes o primeiro passo é não chegar em casa sem nada para comer.
Não precisa compensar
Treinar não transforma a refeição em prêmio, e comer não “anula” o exercício. Evite cortar o jantar para compensar ou comer mais só porque o treino aconteceu. A gente pode ajustar isso olhando para o seu dia inteiro, sem colocar toda a responsabilidade no pós-treino.